2017 janeiro

Aprenda a administrar conflitos

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Não há preço que compense a economia de saúde a curto e a longo prazo, proporcionada por evitar um confronto, seja ele com desconhecidos, com amigos ou com familiares.
Então, vamos proceder a uma reeducação psicológica. Você aprendeu que quando os outros erram, eles é que têm que pedir desculpas. Agora está reaprendendo: quando você erra, pede desculpas e quando os outros erram você pede também.

Jamais diga: “você não compreendeu o que eu disse”. No lugar dessa indelicadeza, declare com solenidade: “desculpe, creio que eu não me expliquei bem”.

Fonte: Blog do DeRose

Nossa forma de liderança

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Quem estiver no comando sempre consulta e ouve as equipes, comissões etc. A liderança não é impositiva nem arrogante. Ninguém manda em ninguém. Todos dialogam, parlamentam e decidem em conjunto.

Os mais novos podem emitir opiniões e até mesmo críticas aos que estão em cargos mais antigos, desde que tudo seja feito com bom-senso, elegância e afeto.
Não se admite clima de emocionalidade, melindres, nervosismo, agressividade ou falta de delicadeza.

Se alguém se estressar e cometer algum rompante ou disser algo desrespeitoso a qualquer colega, todos, inclusive os de hierarquia mais baixa, têm a liberdade de chamar sua atenção, educadamente, para que não faça assim. Todos os colegas auxiliam na preservação do bom clima de respeito e afeto.

Fonte: Blog do DeRose

A liberdade e a disciplina

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Parece-nos que o componente mais dramático do relacionamento afetivo é o cerceamento da liberdade. Não é à toa que o termo “esposa” em espanhol significa algemas. Contudo, não é só o homem que se sente algemado pelo enlace afetivo. A mulher é até mais vitimada pelas convenções sociais, afinal, vivemos numa sociedade patriarcal, que se caracteriza pela restrição da liberdade.
É preciso que preservemos a liberdade, o nosso bem mais precioso. Entretanto, parece estar implícito que para nos relacionarmos afetivamente com alguém, precisaremos abrir mão da nossa liberdade. Isso não está certo.
Mas, como usufruir da nossa liberdade sem magoar o outro? Como conceder liberdade ao outro sem nos violentarmos? É isso que vamos descobrir durante o desenrolar do livro “Método para um Bom Relacionamento Afetivo”.

Fonte: Blog do DeRose

Dicas para a meditação

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Só de “ficar quietos” já estaremos recarregando nossas baterias. Mas meditação não é isso. É o que vem depois. Meditação é quando ocorre uma mudança de canal pelo qual flui a consciência. Normalmente, ela flui pelo mental, ou pelo emocional, ou pelo físico. Mas poucas pessoas experimentaram desligar todos esses circuitos e deixar a consciência fluir por um canal mais sutil, mais profundo, chamado intuicional.

Enquanto está falando, trabalhando, estudando, viajando, divertindo-se, você está recebendo informações do exterior. Para ter insights é preciso parar tudo e permanecer sem bombear registros de fora para dentro. Só assim você consegue “inverter o fluxo da percepção e fazer aflorar o que está em seu interior. É aí que tem lugar a criatividade artística ou empresarial. É aí que ocorre o autoconhecimento.

Um pequeno truque: se você ficar com o rosto contraído ou as costas encurvadas, será mais difícil meditar. Experimente sentar-se ereto e adotar um ar de leve sorriso. Verá que este pequeno artifício o ajudará a superar os primeiros bloqueios.

Fonte: Blog do DeRose

O pôr-do-sol

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Quando o sol se punha, todos parávamos o que estivéssemos fazendo e ficávamos em pequenos agrupamentos observan- do o crepúsculo. As famílias se reuniam, as crianças se encarapitavam nos ombros dos mais velhos ou no colo dos pais. Os casais se acolhiam e acariciavam.

Essa era a hora de fazer as pazes, se alguém ainda estava ressentido com alguma coisa; era também a hora de recitar poesias, quase sempre compostas de improviso, ali mesmo. Sempre foi muito fácil para o nosso povo compor poemas de amor, ao pôr-do-sol, pois os rostos ficavam docemente iluminados pelo alaranjado do sol poente.

Não tínhamos noção do que era aquele disco luminoso no céu, mas sabíamos que era lindo e que devíamos a ele a nossa vida, a luz que nos iluminava, o calor que nos aquecia no inverno. Não imaginávamos que fosse alguma divindade e sim um fenômeno natural como o raio, o trovão ou a chuva, e o reverenciávamos com um grande respeito e afeto.

– DeRose

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