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Quanto à escrita

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Cuidado com o uso indevido de crase que atualmente se converteu numa endemia nacional. Escrever “Portões 14 à 25” é um absurdo que só poderia ser encontrado num aviso de aeroporto de quarto mundo (já não está mais escrito assim: foi corrigido depois que este autor enviou uma cartinha à Infraero). Crase jamais ocorre se a palavra seguinte for masculina. Mesmo se for feminina, utilize-a com cuidado. Só pode ser aplicada se a palavra a que se refere, convertida ao gênero masculino, impuser o uso de ao (à é o feminino de ao). Ou se em espanhol se traduzir por a la.

A abreviação de professor é Prof. (Profo. seria para professoro!). Já viu alguém usar a abreviação Dro.?

“Fuja” do uso de “aspas” como o “diabo da cruz”. Denota pouco domínio da “língua” escrita e é “cafona”. Além do mais em alguns casos pode ser insultuoso como é o caso do sarcástico “bispo” Macedo, que a imprensa costumava usar para deixar claro que não reconhecia seu título de bispo. Já imaginou o que penso quando alguém escreve “DeRose”? Tal pessoa estaria insinuando que esse não é o meu nome verdadeiro? Que indelicadeza!

Recomendamos que todo professor, engenheiro, médico, jornalista, locutor de TV e político faça urgentemente um curso de português. Um começo excelente é estudar os livros de Luiz Antonio Sacconi e os de Pasquale Cipro Neto, assim como o livro Saber escrever saber falar, de Edite Estrela, Maria Almira Soares e Maria José Leitão.

Fonte: Blog do DeRose

Estabelecer sinais de aprovação e de reprovação

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Desde o início, estabeleça gestos e sons de aprovação ou de reprovação. Sempre que o cãozinho acertar alguma coisa, faça o mesmo som e dê-lhe uma recompensa de carinho, palavras, tom de voz e… petiscos! Quando ele errar, ignore. Isso funciona mais do que repreendê-lo, pois a repreensão pode se transformar em uma recompensa, já que ele ganhou a sua atenção, mesmo que seja na forma de bronca.

No entanto, às vezes, será necessário avisar que determinada coisa não é para ser feita, como, por exemplo, ir atravessando a rua na frente dos carros. Então, ajuda muito criar alguns sinais sonoros e gestos, pois é possível que a sua voz não seja ouvida à distância, ou em lugares muito ruidosos.

Aplicamos três sons diferentes para a Jaya. Dizemos “shh-shh”, quando se trata de uma restrição simples e descontraída, especialmente de algo que ela ainda pretende fazer. “Ei!”, quando queremos que ela perceba que está fazendo ou em vias de fazer algo que sabe que não deve. E reservamos o “não!” para usar economicamente em situações mais drásticas.

Fonte: Blog do DeRose

DeRose Method não é Yôga com outro nome

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Cruzei meu Rubicão. Hoje, já não atuo mais na área profissional de Yôga. Atualmente trabalho com o DeRose Method. Será que o Método é Yôga com outro nome? Não. DeRose Method é outra coisa. Vou demonstrar o que acabo de dizer.

Por definição, “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi”. Ora, o DeRose Method transcendeu o “estritamente prático”. No momento em que os conceitos de reeducação comportamental ocupam mais de 80% do tempo do praticante durante o seu dia, restam menos de 20% para a prática regular convencional. Logo, o Método não é estritamente prático. Consequentemente, não é Yôga.

Não abandonei o Yôga. Ele está preservado intacto como parte do Método. Mas o segmento profissional em que nos inserimos já não é mais restrito a essa filosofia, nem está mais sujeito aos estereótipos que lhe foram impostos pela opinião pública ocidental.

Ao nosso acervo acrescentamos um formidável patrimônio de conceitos comportamentais aplicáveis ao mundo real do praticante: à sua profissão, à sua faculdade, ao seu esporte, à sua família, ao seu relacionamento afetivo.

Fonte: Blog do DeRose

Boas maneiras e bom senso

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As normas que constam no meu livro Método de Boas Maneiras são basicamente aplicáveis aos adeptos da proposta clean. Contudo, estas dicas serão úteis a todos, pois visam a desenvolver um sentido estético do comportamento com amplitude universal.

É bem verdade que um praticante do DeRose Method não usa drogas, não fuma, não toma álcool e não come carnes de animais mortos. Por isso mesmo, devemos estar atentos para uma perfeita integração familiar, social e profissional. Evidentemente, procuramos manter o mimetismo a fim de não chamar a atenção. Mas, às vezes, não funciona. Então, que sejamos notados e lembrados pela nossa elegância, simpatia, cultura e cordialidade.

A maior parte das normas de conduta surgiu de razões práticas. Se você conseguir descobrir o veio da consideração humana, terá descoberto também a origem de todas as fórmulas da etiqueta. Tudo isso se resume a uma questão de educação. Boas maneiras são as maneiras de agir em companhia de outras pessoas de forma a não invadir seu espaço, não constrangê-las e fazer com que todos se sintam bem e à vontade na sua presença. Por isso, boas maneiras são uma questão de bom senso.

Fonte: Blog do DeRose

Acredito no ser humano

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Trabalhei muito, meu amigo. Todos os sábados e domingos do ano, durante 50 anos (uma pessoa comum se aposenta aos 35 anos de trabalho), dando cursos e viajando por este Brasil imenso e pelo resto do mundo. Você sabe por que trabalhei tanto? Eu o fiz porque acredito no que eu faço. Acredito no meu Método. Acredito nas pessoas que estão comigo nesta empreitada. E acredito no ser humano. Caso contrário, eu teria desistido há muito tempo.

Com mais de setenta anos de idade, espargi o conhecimento milenar, incrementei qualidade de vida, saúde, vitalidade, harmonia e felicidade nas pessoas. Mudei a vida de muita gente, de muitas famílias. Sou consciente de ter salvado a vida de milhares de jovens ao evitar que se envolvessem com drogas, bebidas e fumo. Trabalhei muito, muito mesmo. Até quando estava doente, continuei viajando e ministrando cursos. Quantas vezes saí da cama, dei aula e voltei para a cama! Não sei quantos foram capazes de fazer isso. Escrevi dezenas de livros publicados nas Américas e na Europa. Ergui bem alto o nome do Brasil noutras nações. Não admito que pessoas que recebam pagamento pelas suas respectivas profissões, venham me censurar por haver cobrado pelos meus cursos e pelos meus livros.

Por isso, também, eu saí do segmento do Yôga. Cansei de gente complicada, intolerante e preconceituosa.

Fonte: Blog do DeRose

Seja honesto

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Sim, isto é uma dica para ganhar dinheiro. Há um ditado carioca que reza: “Se malandro fosse inteligente, seria honesto só de malandragem”. Claro! Quem vive de trambiques tem a ilusão de que está levando vantagem por estar roubando de alguém. Mas, na verdade, se investisse todo aquele trabalho e toda aquela criatividade em um trabalho honesto, com o tempo, iria amealhar fortuna.

Um dia, eu estava em um borracheiro esperando pela troca de um pneu do meu carro e o dono da borracharia veio conversar comigo. Os paulistas são assim. Queridos, simpáticos, desconhecidos conversam com você em qualquer lugar com uma intimidade que dá a impressão de que sempre nos conheceram. E ele me contou que havia comprado um carro, mas que o vendedor era um trapaceiro e que havia instalado uns gatilhos só para enganar o comprador. Uma semana depois, estourou tudo. Então, ele me disse:
– O senhor já notou que esses vigaristas, que vivem aplicando golpes, estão sempre sem dinheiro e devendo aos outros? Estão sempre numa pior.

É verdade.

Fonte: Blog do DeRose

O prazer na alimentação

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A prática da caça estimulou algumas tribos a migrar atrás das manadas e, assim, muitos humanos tornaram-se nômades e exploradores. Com isso, essa bactéria planetária espalhou-se por todo o globo.

No entanto, nós não fomos projetados para comer carnes. Animais vegetarianos quando comem carnes adoecem mais e morrem mais cedo. Não dispomos de sucos gástricos nem intestinos para processar carne. A maior demonstração de que não nascemos para caçar é a nossa virtual falta de ferramentas naturais para abater outro animal. Não temos garras, nem presas, nem veneno, nada.

Fonte: Blog do DeRose

Sendo empresário você vai trabalhar mais

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Muita gente, quando está no status de empregado, sonha em ter seu próprio negócio para poder trabalhar quando quiser, ter horário livre e tirar férias quando desejar. Pois saiba que é exatamente o contrário que você vai fazer: vai querer trabalhar muito mais que oito, dez ou doze horas por dia; e não vai querer tirar férias.

Eu trabalhei mais de vinte anos sem tirar férias e não me senti cansado por isso. Férias, feriados e fins de semana são artifícios criados para amenizar o sofrimento dos que trabalham no que não gostam. Lembre-se de que quem inventou o descanso no sétimo dia foi o povo que havia sido escravizado pelo Egito, conforme nos conta o Velho Testamento. Quando se é escravo – com esse nome ou com o apodo de empregado –, aspira-se por uma pausa.

Contudo, conheço algumas pessoas que realmente queriam ter seu próprio negócio para não trabalhar. Ou para trabalhar pouco. Ou para mandar que os outros trabalhassem. Desses, quase todos se deram mal e voltaram a ser empregados.

Em geral, pessoas que ficaram muito ricas sempre acordaram cedo, foram os primeiros a chegar na empresa e os últimos a sair.

Há que ser criativo: “Ah! Mas eu não tenho criatividade…” confie em mim: se você tiver o seu próprio negócio, vai desabrochar a criatividade. Ela vem com a prática e o desempenho da profissão. Pouco a pouco, você começa a fazer o trabalho ou o produto com uma marca pessoal.

Fonte: Blog do DeRose

Filosofia à prova

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Aos 17 anos de idade decidi que queria servir o Exército e fiz questão de servir na tropa. Foi um escândalo!

– O que é que um rapaz como você vai fazer lá na tropa? Não é ambiente para você. – Era o que ouvia com frequência.

Mas, assim como escolhi o colégio interno que, todos diziam, iria detestar e adorei, da mesma maneira ocorreu com a caserna. Imagine um garotão de dezoito anos podendo fazer ginástica de graça, ordem-unida, dar tiros à vontade e ainda ter o direito de rastejar na lama! O fato é que foi bastante divertido e eu me dei muito bem lá. Era o único soldado que nunca foi advertido pelo sargento do Primeiro Pelotão da Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro.

Quando tivemos uma solenidade de comemoração do aniversário da Companhia, cada pelotão demonstraria uma aptidão. O primeiro pelotão, ordem-unida; o segundo, educação física; e, o terceiro desmontar e montar um mosquetão com os olhos vendados. Fui o único soldado que os sargentos dos demais pelotões escalaram para participar de todas as demonstrações. Enfim, inseri estas lembranças para ilustrar como gostei e como foi importante o meu convívio com o quartel.

Não fui para o Exército a fim de estudar mais o Yôga, como fizera ao optar pelo internato, e sim para pô-lo à prova num ambiente adverso.

Decidira também que após o serviço militar iria tornar-me um instrutor de Yôga e exercê-lo como profissão verdadeira, em tempo integral, dedicando minha vida a esse ideal.

Fonte: Blog do DeRose

Não mate seus inimigos. Você precisa deles!

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Raras são as pessoas que nunca tiveram vontade de matar um inimigo. Seria tão bom, tão gostoso, ver aquela pessoa malvada indo para os quintos com todas as pompas fúnebres, não é mesmo?
Acontece que seria um mal negócio. Seu inimigo é o seu estressor. Sem ele, você se deitaria na almofada fofa da inércia. Ficaria restrito à sua zona de conforto. Não utilizaria seus estímulos de luta ou fuga. Você se converteria em um banana!
Não precisa cultivar inimizades. Elas nascem sozinhas, como fungos. Mas, afinal, os fungos são úteis. Olha a penicilina!
Alguns fungos são venenosos. Mas o veneno da jararaca, por exemplo, é usado para tratamento de hipertensão, no medicamento Captopril. Salva muitas vidas.
Se eu não tivesse sido impiedosamente atacado a vida inteira, não teria me tornado o mais bem sucedido profissional da minha área, não teria escrito o mais completo Tratado, não teria expandido meu Método para tantos países da Europa e das três Américas.
Então, o que você acha? Eu devo sentir rancor e ressentimentos, desejo de vingança e querer que o inimigo morra? Ou devo nutrir uma sensação de gratidão aos meus opositores e perseguidores?

Fonte: Blog do DeRose

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